domingo, 6 de fevereiro de 2011

Como apresentar o cão ao gato e vice-versa

Revista Cães & Cia, n. 321, fevereiro de 2006

Alexandre Rossi ensina como fazer a apresentação entre cão e gato, mesmo quando o cão tiver forte instinto caçador. A técnica ajuda a obter um convívio pacífico evitando acidentes e com respeito ao estado emocional do felino

Na maioria das vezes, é possível obter convivência pacífica entre cães e gatos. Mas é preciso saber apresentar um ao outro. Ainda mais se ambos forem adultos. Sem adotar uma técnica adequada, o estresse poderá resultar em ataque com risco de vida para o gato e de feridas para o cão, que pode até ficar cego.

Sem pressa
A aproximação deve ser sempre gradual. Como numa terapia, o cão precisa aprender a controlar seus instintos de caça. O gato, por sua vez, precisa perder o medo de um dos seus principais predadores. E o animal que já vive na casa quando o novato chega tem de aceitar a "invasão" de seu território. Essa "terapia", para dar certo, pode demorar uma semana ou vários meses. O importante é haver avanços sem expor os animais a riscos excessivos.

De olho no estresse
Reserve uma área da casa na qual o gato ou os vários gatos se sintam completamente seguros. Coloque nela água, comida, "cama" e, mais afastada, a caixa de areia. Se nessa área, que serve para garantir o relaxamento felino, o gato não se alimentar, não dormir ou não fizer as necessidades normalmente, é possível que o programa de adaptação esteja causando estresse a ele e acabe por prejudicar sua saúde.

Segurança
A aproximação deve ser feita com controle máximo. O cão fica contido na guia e o gato é posto numa caixa de transporte ou numa gaiola, para não haver risco de sair correndo e estimular o cão a persegui-lo.

A simples proximidade dos dois é valiosa para a "terapia" fazer efeito. A distância entre ambos deve ser tal que o gato não entre em pânico e que o cão consiga controlar a agressividade predatória. Pode-se tentar inicialmente mantê-los a cinco metros um do outro, por exemplo. Durante a sessão, ofereça guloseimas e brinquedos ao gato e ao cão.

Isso os distrairá e fará que relacionem o outro a algo prazeroso. Com o tempo, o cão transferirá seu principal interesse para os petiscos e os brinquedos. E o gato se mostrará tranqüilo na caixa de transporte, mesmo quando o cão estiver bem próximo. A duração e a freqüência de cada sessão podem variar. De modo geral, quanto maiores ambas forem, melhor, desde que seja sempre respeitado o bem-estar do gato.

Soltando o gato
Quando o gato estiver brincando durante as sessões, é porque está ficando relaxado na presença do cão. A soltura, inicialmente, será apenas do gato. O ideal é fazê-la numa área pequena, como um quarto, para reduzir a possibilidade de o gato sair correndo, o que estimularia o instinto de caça do cão.

Com o cão na coleira, abrimos a caixa de transporte. Permitimos que o gato saia, sem forçá-lo. Enquanto o gato estiver solto, o cão fica na guia. Como medida de segurança, convém estar com um borrifador de água para, se houver tentativa de ataque por parte do gato, inibi-lo com borrifos. Repita a sessão em diferentes ocasiões.

Quando o cão e o gato se mostrarem totalmente confortáveis na presença um do outro, use uma guia mais longa no cão. Solte o gato em ambientes cada vez maiores, sempre mantendo o cão na guia.

Tolerância zero
Repreenda o cão de imediato se ele esboçar intenção de perseguir o gato. Fique especialmente atento nas primeiras corridas. Nunca deve ser permitido que o cão assuste o gato, independentemente da intenção: brincar, cheirar ou atacar. O cão pego nessas situações ou em outras que intimidem o gato, como olhar fixamente para o felino, correr na direção dele ou obstruir a passagem dele, deve ser advertido com uma bronca, um tranco na coleira ou outra situação desagradável. Ao inibir o comportamento do cão, precisamos ser eficazes sem assustar o gato.

Liberdade total
Só deixe o gato e o cão totalmente livres, sem supervisão, quando a convivência entre eles estiver totalmente tranqüila. Em casas com vários cães, a situação sempre será bem mais perigosa. Um cão pode estimular o instinto de caça e de competição do outro. Quando houver mais de um gato ou cão na casa, a aproximação será feita individualmente, apresentando-se um gato a um cão de cada vez.

25 maneiras de melhorar a sua saúde

1. Escove bem seus dentes

2. Vista-se de acordo com o clima

3. Visite seu dentista regularmente

4. Descanse

5. Certifique-se que seu cabelo está seco antes de sair

6. Coma direito

7. Tome sol, mas use protetor solar

8. Use sempre o cinto de segurança

9. Manere no álcool

10. Sorria! Isso fará você se sentir melhor

11. Não se culpe

12. Tome banho

13. Leia para exercitar seu cérebro

14. Fique cercado pelos amigos

15. Cuidado com excesso de cafeína

16. Use o banheiro regularmente

17. Faça exercícios

18. Vá ao oculista

19. Coma vegetais

20. Acredite que as pessoas gostam de você como você é

21. Perdoe e esqueça

22. Tire férias

23. Celebre todas as ocasiões

24. Tenha um hobby para passar o tempo

25. Ame ao outro como a ti mesmo

Faça isso e você, com certeza, será uma pessoa melhor, mais feliz e saudável!

melhores amigos

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O menor gato do mundo



The Guiness Book acabou de descobrir mais um recorde: trata-se de
Mr. Peebles, o menor gato do mundo, com cerca de 1,4 quilos, 7 cm de
altura ( cerca do comprimento de uma mão deitada) e 19 cm de largura
(aproximadamente um palmo).
Este felino é tão pequeno que cabe num copo de água. Este persa azulado do Himalaia já com dois anos sofre de um
defeito genético que o impediu de crescer, desde que atingiu a idade adulta. Mr. Peebles vive com
seu dono no Illinois, nos Estados unidos da América.

o pescador

Ache o gato ^^

domingo, 23 de janeiro de 2011

O Gato Idoso

Os gatos, infelizmente para seus donos, não têm sete vidas, mas a vida que têm normalmente é longa. Muitos vivem entre 14 a 17 anos; alguns foram citados viver 30 anos.
A vida longa do gato depende dos cuidados e alimentação que receber, assim como a parte hereditária herdada de seus pais.

Entre os fatores que atualmente contribuem para a vida mais longa do gato estão:

*Melhoria no diagnóstico de doenças
*Tratamento médico qualificado de filhotes
*melhor controle de doenças infecciosas
*desenvolvimento de drogas mais eficazes e menos nocivas
*Maior confinamento dentro de casa, evitando acidentes na rua.
*melhor educação dos proprietários
*nutrição altamente melhorada com novas rações.

O processo de envelhecimento começa assim que o gato nasce e é contínuo, refletindo não somente a sua hereditariedade, mas também, os cuidados que o dono teve para com ele durante os anos.

Alguns gatos não apresentam sintomas de senilidade até atingirem 20 anos ou mais.
Seu gato, independente da idade, pode ter boa saúde, pelagem boa, bons dentes, olhos brilhantes, ser alerta e rápido, ter movimentos suaves do corpo.

Por outro lado, mudanças senis podem ser obsrvadas com 8 a 9 anos de idade. A senilidade é um processo lento e gradual, que não acarreta um grande número de problemas, além talvez, da perda de agilidade.
Diferente do cão, o gato não apresenta normalmente, perda de visão e surdez na velhice.

Entre as idades de 1 a 9 anos, seu gato deve ser examinado anualmente pelo veterinário. A partir dos 10 anos, o exame deve ser feito 2 vezes por ano. Pacientes com doenças já existentes necessitam serem examinados com mais frequencia do que isso.

O gato idoso irá gostar de mais horas de sono, de lugares ensolarados e quentes, tranquilos, aonde possa se deitar e relaxar.
Apesar do gato ser naturalmente independente e auto-suficiente, você irá querer lhe dar mais atenção nos seus últimos anos, para mostrar que ele ainda significa muito para você. Um afago, pode ajudar a manter o orgulho e a segurança do seu gato. Muitos gatos são ciumentos, principalmente os mais velhos, tanto de outros animais quanto de outros membros da família.
Você e o seu gato tiveram muitos bons anos juntos, assim, agora que ele está velho, você irá querer fazer todo o possível para deixá-lo confortável e fazê-lo sentir-se amado e querido.

Nutricão

Uma boa nutrição é muito importante durante a velhice. A ração deverá conter proteínas de alta qualidade, adequado nível de gordura, minerais e vitaminas.
Com a idade, o gato poderá perder um pouco do faro e do paladar e consequentemente, o interesse pelo alimento. Alimente-o em porções menores e mais frequentes, leve o alimento até ele, ao invés de chamá-lo para comer. Mas tome cuidado para não super alimentá-lo, para que não fique obeso.
Verifique sempre se ele toma água, gatos idosos muitas vezes ficam desidratados.

Saúde

O gato idoso perde muito do seu vigor e dorme mais. Ouve e vê menos acuradamente e seu pêlo perde o viço.

*Boca e dentes
A perda dos dentes pode tornar a apreensão de alimentos mais difícil.
Caso haja necessidade, os dentes podem ser extraídos já que infecções dos dentes e gengivas podem gerar infecções por todo o organismo.
Cuidar dos dentes do seu gato durante a juventude, com a retirada de tártaro e escovação semanal, garante boca saudável na velhice.

*Vômitos e emagrecimento progressivo
Consulte seu veterinário se esses sintomas ocorrerem.

*Prisão de ventre
Com menos exercícios, ingestão menor de alimentos e líquidos, complicações com bolas de pêlos, a constipação pode ocorrer.
Seu veterinário poderá prescrever dieta e medicamentos lubrificantes que auxiliam no esvaziamento intestinal. Escovar o seu gato diminui a ingestão de pêlo e a consequente formação de bolas de pêlo no estômago.

*Diarréia: Consulte seu veterinário.

*Tumores
Tumores, alguns malignos, são mais comuns em gatos idosos. Algumas vezes a cirurgia ajuda, mas quanto antes detectado e tratado maiores as chances de cura.

*Doenças de pele
Eczemas, pequenas crostas e feridas infectadas ou secas, são comuns nos gatos idosos. Seu Veterinário irá orientá-lo como proceder.

Alimentação dos gatos

Os gatos, como os demais felinos, são carnívoros. No ambiente selvagem, devoram a presa inteira, incluindo pele, orgãos internos e ossos e ervas que a presa tenha ingerido. Dessa forma ele obtém o balanceamento nutricional correto.
Alimentação dos gatos

Qualquer mudança na alimentação, mesmo que seja só de marca de ração, deve ser feita de forma gradativa. Mudanças bruscas de alimentação podem causar diarréia.

Os gatos que tem livre acesso a comida podem comer de 10 a 20 pequenas refeições diariamente. Sua dieta requer um alto nível de gordura e proteína se comparados com os cães, e doses extras dos aminoácidos taurina, arginina, cisteína e metionina.

Gatos não podem comer chocolate, porque contém ácido oxálico que impede a absorção de cálcio. Além disso contém teobromina, um alcalóide tóxico para felinos. Aliás, gatos são muito sensíveis a várias substâncias, então nunca dê nenhum alimento ou medicamento antes de consultar seus veterinário.

Mantenha sempre a higiene dos comedouros e bebedouros. Use os mais pesados para que não virem com facilidade, coloque folhas de jornal por baixo dos pratos, para evitar que deslizem e também facilitar a tarefa de limpeza. Evite o uso de comedouros e bebedouros plásticos.

Os gatos, como as pessoas, possuem gostos diferentes, é comum que alguns não aceitem alimentos que outros gatos adoram. Procure descobrir qual o alimento que seu gato mais aprecia. As preferências alimentares dos gatos irá depender do odor do alimento, textura e saúde do gato. O ambiente também influencia o apetite do gato. Luz, barulho, presença ou ausência de pessoas ou animais, tipo de limpeza do comedouro e bebedouro, são fatores que afetam.

Não alimente seu gato em excesso. Alimentar bem não é alimentar demais. Uma boa alimentação é formada por quantidade suficiente de alimentos, com todos os elementos nutricionais necessários ao bom funcionamento do organismo dos gatos.

Os gatos têm deficiência de algumas enzimas, o que os tornam incapazes de sintetizar determinados nutrientes no organismo. Eles têm que ser fornecidos pré-formados na dieta, como a Vitamina A, o Acido Aracdônico e Taurina.

Os gatos necessitam de boa quantidade de proteínas e gorduras (carnes, peixe, aves, vegetais, soja). Precisam também de hidratos de carbono, sais minerais e vitaminas. Os gatos domésticos precisam de água fresca sempre disponível, principalmente os que se alimentam de ração seca. Já os gatos selvagens bebem pouca água. A carcaça das presas que come possuem 70% de água.

A grama (ou verde), é elemento importante na alimentação dos gatos. No ambiente selvagem, ingerem alimentos verdes junto com a presa. O verde contém vitaminas e ajuda no bom funcionamento do aparelho digestivo. Já a taurina, é um produto final do metabolismo de 2 aminoácidos. Está envolvida na formação e funcionamento da retina e nos gatos também com a formação de sais biliares. Sua deficiência resulta em degeneração da retina e cegueira. Essas alterações demoram longo tempo para ocorrer, cerca de 1 ano com uma dieta insuficiente em Taurina.

Diferente dos outros animais, os gatos não conseguem sintetizar a Taurina. Ela é encontrada em produtos de origem animal. As rações atualmente vêem com um bom suprimento de Taurina.
Ração em lata
Têm a vantagem do sabor e umidade, mas é mais cara do que a seca, contribui para a formação de tártaro nos dentes, dá mau-hálito, fezes com mau cheiro, podem ocasionar gases e fezes moles. Se estragam com mais facilidade quando deixadas no prato, e os pratos devem ser lavados todos os dias. Recomendada para animais que necessitam de reposição de líquidos, animais com inapetência.

Ração Seca
Os gatos alimentados com ração seca necessitam de mais água, têm menos tártaro nos dentes, é mais barata e deixa menos cheiro na boca e nas fezes. Os pratos permanecem limpos e a ração não estraga com facilidade e as fezes ficam firmes.

Leite
Você até pode dar pequenas quantidades de leite ao seu gato, mas atenção porque muitos gatos têm intolerância à lactose e podem ter diarréia.

Sobras de comida
Evite dar sobras da sua comida. Os alimentos para humanos podem provocar diarréias, tártaro e outros males. Além disto, não fornecem a nutrição correta.

Ossos
Não há problemas em dá-los ao seu gato, desde que sejam grandes e não soltem lascas, como os de boi. NUNCA dê ossos de galinha ou de porco.

Carne
A carne não faz mal, mas você não deve substituir a ração pela carne porque ela não possui todos os ingredientes importantes para o seu gato.

Fígado
O fígado é muito nutritivo, mas de oferecido diariamente ou em grandes quantidades pode intoxicar seu gato por vitamina A e causar diarréia.

Suplementos vitamínicos e minerais
Se seu gato tem alimentação balançeada e come ração regularmente, não precisa de suplementos.

Peixe Cru
Alguns peixes crus podem causar deficiência de Tiamina. Os peixes crus possuem Tiaminase, que destrói a Tiamina Vit B1. O calor do cozimento, destrói a Tiaminase presente na carne do peixe.

(retirado da net)